QUEM SOMOS
A Comissão de Justiça e Paz da Diocese de Portalegre e Castelo Branco é constituída por leigos, respondendo perante o Bispo da Diocese e coordenando-se com a Comissão Nacional de Justiça e Paz, integrada na Conferência Episcopal Portuguesa.
Integra a Comissão um sacerdote com a função de assistente eclesiástico.
MISSÃO
Promover e defender a Justiça e a Paz, à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja.
OBJETIVOS
– Estudar e divulgar a Doutrina Social da Igreja, contribuindo para que esta seja divulgada e posta em prática;
– Coligir e analisar informações sobre situações e problemas relativos aos povos, aos direitos humanos, ao acesso aos bens económicos, sociais e culturais, à justiça e à paz, apreciar tais situações e problemas segundo o evangelho, prestando particular atenção aos grupos mais vulneráveis da sociedade e dar a conhecer o resultado das suas reflexões;
– Construir ideias e estratégias para o fomento do espírito ecuménico, da integração interétnica e intercultural, da preservação ecológica e de uma cidadania ativa e responsável;
– Promover ações em favor do desenvolvimento dos direitos humanos, da justiça e da Paz que se verifiquem necessárias em situações concretas;
– Estimular o compromisso esclarecido e responsável dos cristãos e dos cidadãos em geral no campo das atividades político-sociais e cívicas, respeitando a liberdade de cada um e o legitimo pluralismo de opções, dentro do contrato social que garanta a liberdade de todos e cada um no espaço público de todos;
– Colaborar, dentro da sua finalidade, com a Conferência Episcopal Portuguesa, o Pontifício Conselho "Justiça e Paz", as Comissões Diocesanas de Justiça e Paz e a Pastoral Social e, outros organismos da Igreja, em particular com as comissões nacionais de outros países.
PROGRAMA DE AÇÃO
A atual Comissão privilegia na sua intervenção os seguintes domínios:
– o aprofundamento e a difusão da doutrina social da Igreja nas suas múltiplas vertentes;
– a defesa e promoção dos direitos humanos, incluindo a sua componente económica e social;
– a problemática contemporânea do emprego, desemprego e dos direitos laborais;
– a ética empresarial e a responsabilidade social das empresas;
– a denúncia das grandes desigualdades sociais, no nosso País e no Mundo;
– o empenhamento na luta contra a pobreza e a exclusão social;
– a atenção devida à prossecução de uma globalização mais justa e um desenvolvimento sustentável para todos os povos;
– a denúncia das guerras e a promoção de uma cultura que privilegie as vias pacíficas de resolução de conflitos;
– a denúncia de todas as injustiças sociais e económicas em Portugal e no mundo;
– a defesa de uma sociedade segura e livre de armas;
– a defesa e a promoção da dignidade da vida humana;
– a educação para o desenvolvimento;
– a sensibilização das gerações mais novas para o seu empenhamento na construção da justiça e da paz;
– a exaltação e o fomento da solidariedade responsável e da defesa do bem comum.