Dia Diocesano do Aclito: uma centena de aclitos em dia admirvel

Com o tema A F D SENTIDO(S) VIDA - "Muitos desejaram VER o que vs vedes e no viram e OUVIR o que vs ouvis e no ouviram" (Mt 13,17) - celebrou-se este ano pastoral no Arciprestado da Visita Pastoral, no Santurio da Senhora dos Remdios " Sert.

No início do dia, a profética palavra de um avô, nascido na última década do séc XIX que dizia aos seus netos: «Vocês hão-de ver coisas admiráveis». Aí estão elas, também na preparação deste encontro através dos meios das técnicas da era digital que possibilitaram o contacto entre os diferentes intervenientes na preparação do programa deste dia.
Depois a oração inicial, com o convite e o pedido a dilatar o coração para fazer a experiência deste dia, o momento da Formação com a homilia do Papa Francisco aos Jovens na Visita Apostólica a Myanmar, em 20 novembro 2017, seguida de um belíssimo pedy-paper bem preparado pelos Acólitos e Jovens da Sertã, que também animaram com cânticos e jogos a vivência deste dia com o tema “Ver” e “Ouvir” com fé.
Ao almoço partilhado, com sopa oferecida pela paróquia de acolhimento, seguiram-se dois encontros alternados por idades, com um momento de testemunho vocacional e outro com aprofundamento do tema diocesano do presente ano pastoral, no seguimento da celebração do Sínodo Diocesano.
 
 
Depois foi o ponto alto do dia com a concelebração da Eucaristia, presidida por D. Antonino Dias, Bispo Diocesano. Das suas palavras destacamos o desafio feito aos Acólitos, quando lhes disse que, pelo facto de serem vistos por todos os presentes, o seu testemunho à volta do Altar deve ser de tal forma digno, que possa ajudar a que a Assembleia se concentre e ouça melhor a Palavra de Deus. Também lhes chamou a atenção para o momento da receção da Sagrada Comunhão. Eles é que devem aproximar-se de quem está a distribuir a Sagrada Comunhão e não é quem a distribui que tem de tentar adivinhar ou perguntar aos Acólitos quem quer comungar ou não quer. Se assim não for, perante a pergunta de quem distribui a Sagrada Comunhão, algum até pode sentir-se pressionado a ir à comunhão sem estar preparado. E isso não deve acontecer. Além disso, como algumas partículas se esfarelam muito, quem comunga na mão deve reparar se não fica qualquer fragmento na mão, pois o Senhor está todo no todo da partícula e todo na mais pequenina parte. Isto exige cuidado de quem comunga na mão, pois pode alguém não olhar a mão, não lhe dar importância e deixar cair ao chão a Sagrada Eucaristia e ser calcada ou ficar abandonada. E se ninguém gosta de ser abandonado nem pisado, também o Senhor Jesus não merece que lhe façamos isso. É bom que saibamos fazer as coisas bem e com fé. Este desafio é também válido para todos os que comungam.
 
Por último e na despedida, D Antonino perguntou se sabiam se estava presente algum seminarista que entretanto só tinha chegado para a missa. Apresentou a todos o Diogo de Pedrógão Pequeno. Entretanto, como durante o dia se distribuíram um, dois, três “prémios”, alguém disse: Também para os seminaristas pode acontecer que «Não há um sem dois, nem dois sem três».
Um dia admirável a que se juntou a natureza com um admirável dia de sol.
 
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