5 Tema - Celebrao da nossa f

 

1. Os Sacramentos: memória e fé; acções de Cristo e da Igreja
 
A Igreja partilha plenamente a vida da humanidade em cada homem e em cada mulher. Mas, ao mesmo tempo, por natureza e por missão (ela é sinal e sacramento de Cristo, a Luz dos povos) ela sente necessidade de se reunir para, na experiência da caridade, celebrar a sua esperança e animar a sua fé. É assim que os grandes momentos da vida humana e os seus ritmos ordinários e quotidianos são uma ocasião privilegiada dos cristãos se reunirem na presença do Ressuscitado, de escutarem a sua Palavra, fazerem memória da sua vida e refazerem os seus gestos. É, por isso, na Comunidade que cada cristão encontra de forma privilegiada o seu Senhor e Mestre, Jesus Cristo, e acolhe a salvação.
 
Se nos recordarmos bem, a primeira tarefa que Jesus Cristo definiu aos seus Apóstolos foi precisamente de originar esta comunidade à qual o Senhor juntava todos os dias aqueles que encontravam a salvação (Act 2, 47).
 
As Comunidades cristãs, tão reais quanto humanas, são, segundo a fé dos seus membros, o Corpo de Cristo ressuscitado. E, por isso, os gestos que faz, tão reais quanto humanos, são ao mesmo tempo gestos do Ressuscitado e, por isso, Sacramentos. A Vida cristã, nos diversos sentidos do termo, é, portanto, sacramental.
 
Um sacramento é um sinal e um meio de realizar a nossa unidade com Deus. Por isso podem definir-se os sacramentos como sinais eficazes do dom de Deus em Jesus Cristo. E, nesse sentido, podemos dizer que são acções de Cristo na vida dos crentes que se realizam através da sua Palavra, do seu gesto e em profunda relação com a existência humana.
 
Como é que isso acontece? Jesus Cristo, o Filho Único de Deus, ao encarnar assumiu a missão da libertação do homem na sua mais profunda realidade. Palavra e gesto, Palavra e acção sempre se iluminaram mutuamente na vida e ministério de Jesus (Dei Verbum, nº 2). Ele é e diz a Palavra de Deus. E os gestos e tipo de presença à humanidade mostram como a Palavra encarnada, assumida, age na vida dos homens. A Palavra explica o gesto e o gesto explicita e realiza a Palavra fazendo com que seja melhor compreendida e acolhida. É assim o ritmo da revelação de Deus ao mundo porque é assim a possibilidade do homem se deixar surpreender, se deixar cativar, aprender e construir vida.
A morte surge na vida de Jesus como a plenitude da sua vida. Não é um acaso, não é uma eventualidade. Jesus morreu como viveu – fazendo entrega plena de si para que os homens conheçam melhor Deus e se conheçam melhor a si mesmos.
 
Por isso a Igreja surge da morte e ressurreição de Jesus como o conjunto daquelas e daqueles discípulos que, sentindo-se identificados com Jesus e a sua missão, querem ritmar a sua vida pelos valores do seu Reino e se abrem o seu coração e a sua verdade à acção da força do mesmo Espírito que agia em Jesus. A missão de Jesus é continuada e anunciada.
 
Cristo vive, portanto, na sua Igreja que é o seu Corpo glorioso. E tudo o que a Igreja faz, fá-lo em Nome do mesmo Cristo sem o qual não existiria. É Cristo que age na sua Igreja, seu Corpo, sua Presença. E quando nos reunimos em assembleia de Igreja somos, precisamente, a imagem visível deste Corpo: membros diferentes, mas que na diferença se completam uns aos outros e vivem organicamente.
 
E porque a missão de Jesus continua e tem como objectivo ser acolhida por todos os homens, a Igreja tem como identidade própria ser a presença de Cristo, anunciar Jesus Cristo, fazer discípulos de Jesus Cristo. Essa é uma missão sempre em relação com a natureza e a identidade de todas as pessoas. São elas as destinatárias da salvação de Jesus Cristo.
 
Os sacramentos são, assim, acções de Cristo-Igreja na história dos homens para aí significar a presença de Deus que acompanha essa mesma história com o seu amor. Aliás, o primeiro sacramento é Cristo e seu Corpo actual que é a Igreja.
 
Neste sentido podemos compreender os sacramentos como acções simbólicas (gesto e palavra) que significam e actualizam (tornam presente) uma realidade invisível destinada à libertação, salvação e felicidade da humanidade. E dizer “simbólicos” não significa dizer abstractos ou irreais. É precisamente porque são “simbólicos” que permitem ver e projectar a vida humana em comunhão com a Palavra de Deus e, por isso, é por serem “simbólicos” que são eternos e capazes de dar sentido e significado às vidas de todos os tempos e momentos.
 
2. Os Sacramentos que a Igreja celebra
 
A Igreja celebra sete sacramentos: o baptismo, a confirmação, a eucaristia, a penitência (ou reconciliação), a unção dos enfermos, a ordem e o matrimónio. Normalmente falamos deles como Sacramentos de Iniciação (Baptismo, Eucaristia e Confirmação); Sacramentos de cura (Reconciliação e Unção dos enfermos) e Sacramentos (Matrimónio e Ordem). Eles são, fundamentalmente, a presença e acção do Único e Primeiro Sacramento (Cristo-Igreja) nas diversas situações e dinâmicas da existência humana: o nascimento; o crescimento; as grandes escolhas; os compromissos fundamentais; a releitura da história e recomeço; a confiança para lá da fragilidade humana. Significa que o homem, a pessoa humana, é todo, inteiro, de Deus. É por isso que os sacramentos contêm sinais na sua explicitação: é para serem melhor acolhidos, compreendidos e integrados na vida. Deus é força em Jesus Cristo e, na Igreja, nos momentos do nascimento, das escolhas, das opções de compromisso, nas dificuldades, na confiança e na alegria. Essas expressões podem ser melhor compreendidas e integradas através dos sinais e dos símbolos sem os quais a possibilidade e capacidade cognitiva e crente dos cristãos não conseguiria fazer a ponte entre o que se vê imediatamente e aquilo que, não se vendo de imediato, nem por isso deixa de existir.
 
3. Sacramentos de iniciação cristã (Baptismo, Eucaristia, Confirmação)
 
O Baptismo é o Sacramento da fé em Jesus Cristo e na acção de Deus na história dos homens: o início de uma história que terá sempre as suas consequências ao nível da compreensão da vida e das opções. Por isso é o sacramento do nascimento. Por ele nos assumimos filhos de Deus e nos inserimos conscientemente no Corpo que é a Igreja.
 
Quando somos baptizados entramos na água. Baptizar significa mesmo imergir. A prática da imersão na água (ou de derramar a água sobre a cabeça) é sinal de purificação e, por isso, de vida nova que se assume. Em crianças (idades em que tradicionalmente somos baptizados) ainda não temos acções que objectivamente nos desviem de Deus, mas fazemos parte de uma humanidade que pela fragilidade pode afastar-se de Deus. Ser baptizado é, então, descer com Jesus às águas em que Ele mergulhou (a vida humana) para daí renascer para uma vida segundo Espírito. Ou seja, participamos do baptismo que Cristo recebeu de João, mas participamos, sobretudo, da oferta que Cristo faz de si mesmo ao Pai e na vida ressuscitada que essa entrega realiza n’Ele (Cf. Jean-Marie LUSTIGER, Le baptême de votre enfant (Paris : Ed. Fleurus, 1999) 5.). É força de vida para o futuro.
 
A Eucaristia é alimento. Toda e qualquer missão, para ser realizada, precisa de força, de razões, de sentido, de “alimento”. Ora, a Eucaristia é precisamente o sacramento do alimento cristão em todos estes planos. Nela acolhemos a Palavra e nos deixamos desafiar concretamente em alguns campos da nossa vida; nela fazemos memória do amor de Jesus pelo Pai e pela humanidade que O levou a entregar-Se; nela realizamos o mandato de Jesus de realizarmos a sua Memória, tornando-O, dessa forma, presente; nela somos Corpo que se reúne, uma comunidade de irmãos diferentes, mas unidos; nela expressamos e testemunhamos aquilo em que acreditamos pela fé – a comunhão na vida eterna.
 
Percebendo em Jesus e com Ele que é melhor dar do que receber, que é o amor que cria a vida e a renova, que o perdão é muito mais fecundo do que a vingança, que a gratuitidade é partilha do que somos e temos, a Eucaristia é o momento fulcral em que, como cristãos, percebemos que nos recebemos do facto de nos darmos (à imagem de Jesus que ressuscita porque Se entrega na morte). Por isso este sacramento é a pedra fundamental da Igreja e no seu contexto se realizam as grandes acções da mesma Igreja. Ao repetir e fazer memória das palavras de Jesus “Tomai e comei ... tomai e bebei ... fazei isto em memória de mim”,  percebemos a vida de Cristo como Corpo entregue e sangue derramado, mas percebemos que é também essa a missão da Igreja hoje. Para quê? Para que outros tenham vida! A mesma missão de Jesus e, por isso, unidos a Ele.
 
A Confirmação é o sacramento da força de Cristo. Pelo dom do Espírito Santo, o sacramento da Confirmação torna a vida do baptizado mais forte. Por esse motivo é que se fala do sacramento da Confirmação como o sacramento do compromisso eclesial. Deus confirma a graça de baptizado e o cristão confirma a fé assumida no baptismo.
 
Sendo um sacramento (sinal da acção de Jesus Cristo num momento concreto da vida de um crente), a Confirmação ajuda ao compromisso cristão no mundo. De certa maneira é o sacramento de uma determinada maturidade cristã que se assume com as suas consequências. Significa que aceitamos ser – pelas nossas acções e palavras – a visibilidade do amor de Deus à humanidade. E isso tem valores concretos – os do Evangelho!
 
4. Sacramentos de cura (Reconciliação e Unção dos enfermos)
 
Os caminhos da vida não são lineares: não se vai sempre na mesma direcção, à mesma velocidade, com a mesma motivação e intensidade. Em cada opção há momentos de luzes e momentos de sombras. Mas como um caso não põe em causa um projecto, há a possibilidade, a cada passo, de ler a nossa história e de redefinir as nossas direcções e as opções.
 
O sacramento da reconciliação ou da penitência dá ao cristão a possibilidade de renovar os laços da sua relação a Deus, laços que estejam destruídos ou enfraquecidos como consequência de acções e decisões suas. Aceitando, diante de Deus, as fraquezas e fragilidades pessoais, os erros e pecados, os excessos ou infidelidades, aprendemos a conhecermo-nos melhor e aprendemos a necessidade de saber fazer escolhas e a ter ideais.
 
Cada cristão que celebra este sacramento reconcilia-se com Deus, com os irmãos e consigo mesmo. É por isso que se celebra como sacramento em Igreja. Ao pecar diminuímos ou destruímos a nossa relação a Deus e à Igreja, Corpo de Cristo e comunidade cristã. Quando celebramos a reconciliação, somos readmitidos, re-acolhidos por Deus e pela comunidade que é Corpo de Cristo seu Filho. O ministro que o celebra connosco presencializa isso mesmo: “Deus, Pai de misericórdia, que, pela morte e ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amen!”
 
De certa maneira, celebrar a reconciliação é “baptizar-se” porque é entrar novamente numa relação de aliança com Deus. A reconciliação, como sacramento e como disposição interior de cada cristão, é a experiência de entrar novamente em aliança com Deus.
 
O sacramento da unção dos enfermos, por seu lado, é o sacramento da força e da fortaleza perante a adversidade, seja ela a doença ou a velhice. Destina-se, portanto, àqueles que, por qualquer motivo sofrem uma provação e necessitam de sentir a força de Deus e a comunhão da Igreja.
 
Existem hoje muitas e variadas formas de sofrimento que o encontro com a comunidade e com Jesus Cristo pode aliviar e ajudar a ultrapassar. É a Carta de S. Tiago que nos diz “Está alguém doente entre vós? Chame os responsáveis da Igreja e que eles rezem por ele e lhe façam a unção com óleo em nome do Senhor” (Tiago 5, 14 s). Significa que, em Igreja, a força da fraternidade não deixa ninguém sofrer sozinho e que o sofrimento individual é sofrimento comunitário e ocasião da oração fraterna em comum.
 
O sacramento da unção dos enfermos é pois um sacramento expressão da ternura de Deus em Jesus Cristo. Não é o sacramento dos mortos, mas sim dos vivos, o sacramento que dá coragem de enfrentar as dúvidas, os vazios que, muitas vezes, o sofrimento físico e outros trazem consigo.
 
5. Sacramentos de serviço (Matrimónio e Ordem)
 
O matrimónio é a união de um homem com uma mulher sob o olhar de Deus. Ou seja, baptizados que são, a força da sua união e do projecto de vida não pode nunca dispensar Deus da sua realização. Primeiro, talvez, porque têm uma vontade comum de se empenharem num projecto conjunto (projecto reconhecido como suficientemente importante para decidirem comprometer-se entre si a pôr em comum tudo o que são e que realize esse projecto); depois, porque, no amor, para cada um, o futuro tem o rosto do outro (é no futuro que se dá como possível o cumprimento do projecto); e, finalmente, porque, em nome do projecto em vista, aquele homem e aquela mulher declaram-se prontos a confiarem um no outro e a deixarem-se interpelar, modificar e transformar um pelo outro para melhor realizarem o projecto assumido em comum. Para cada um, homem e mulher, o outro é promessa e limite: dá corpo ao sentido do projecto e manifesta os limites da auto-suficiência. Casando-se eles declaram que o mais pessoal da existência de cada um e de ambos é inseparável da sua existência em matrimónio [Cf. Erich FUCHS, O desejo e a ternura (Lisboa: Temas e debates, 1997) 274]. É que é diferente ser um casal ou estar unido em matrimónio.
 
Os quatro grandes pilares do matrimónio cristão são: liberdade, indissolu-bilidade, fidelidade, abertura ao dom da vida. Unidos pelo consentimento mútuo (“ Eu recebo-te por minha esposa (esposo) e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida”) os esposos comprometem-se na construção de uma família. É a renovação do acto de união entre Cristo e a Igreja, a Aliança de Deus com o seu Povo.
 
O nome de Ordem, no Sacramento da Ordem, vem da antiguidade romana e designa apenas a entrada num “corpo constituído”. A Ordem é assim o “corpo constituído” dos servidores do Povo de Deus que Jesus chamou e uniu a si para a mesma missão.
 
É dentro da possibilidade salvífica que o Ressuscitado dá a todos os cristãos de fazerem com sua vida o que Ele mesmo fez, que surgirá o que chamamos de sacerdócio ministerial (ministério ordenado): na Igreja, alguns, entre muitos, são constituídos para o serviço de todos os outros. O padre é alguém que entrega a sua vida a Deus por causa dos irmãos.
 
Cristo é o Único Sacerdote. E realiza o seu Sacerdócio pela entrega de Si mesmo. O ministério presbiteral é também o mesmo que Jesus entregou aos Apóstolos com a missão de evangelizar, conduzir e santificar. E isso significa que, na unidade de presbitério em comunhão com o Bispo, sucessor dos Apóstolos, o ministério ordenado se efectiva à maneira do ministério dos apóstolos, ou seja num dinamismo de evangelização e num Dom total de si mesmo. É assim que o sacerdócio não é um emprego, mas é um estado de vida caracterizado pela consagração de si ao serviço evangélico dos outros.
 
Este sacramento compreende três graus: o episcopado (bispo), o presbiterado (padre) e o diaconado (diácono) com missões concretas específicas, mas sempre dentro e em comunhão com a missão de toda a Igreja.
 
6. Desafios e critérios do acesso aos Sacramentos
 
Um Sacramento não é apenas um rito. É uma celebração, é um encontro com a vida. O homem precisa de celebrar para viver e para se sentir viver. E essa necessidade é experimentada, sobretudo e especialmente, nos momentos decisivos da vida e do viver. São precisamente essas situações, enquanto assumidas e vividas com fé, que dão origem, depois, aos ritos. As coisas importantes e significativas da vida acabam sempre por se ritualizar. Mas antes do rito tem de estar sempre o sentido do rito. Os Sacramentos são a celebração destas “coisas importantes e significativas da vida” a partir do significado que têm em Cristo e à luz do seu mistério.
 
Quem celebra os Sacramentos? Normalmente, quando se coloca esta questão, pensamos logo em quem tem legitimidade para o acesso aos Sacramentos. Mas a grande e primeira questão não é a de quem está autorizado a celebrar os Sacramentos. A grande questão é a de saber quem está “habilitado” a celebrá-los, ou seja, quem os assume como celebração das “coisas importantes e significativas da vida” a partir do significado que têm em Cristo e à luz do seu mistério, quem faz deles e do seu sentido um projecto de vida, quem os integra num processo de fé e de caminhada cristãs. As regras, que são necessárias, se repararmos bem, são apenas instrumentos pedagógicos de salvaguarda do sentido profundo dos Sacramentos.
 
Assim, o verdadeiro celebrante de um Sacramento não são as pessoas que o celebram. O primeiro e verdadeiro sujeito celebrante, o protagonista, é Cristo. Juntamente com Cristo que, vivo e ressuscitado, continua a entregar-se, é necessário situar a Igreja inteira que, como Corpo de Cristo vivo e actuante na história, é associada a todas as acções do mesmo Cristo Jesus. É desta forma que toda a Igreja, representada na pequena assembleia da Paróquia ou de uma comunidade, é o segundo sujeito da celebração. Em terceiro lugar encontramos a assembleia concreta que se reuniu para celebrar com as suas funções, serviços e ministérios. E, finalmente, há que considerar como sujeito privilegiado da celebração aquele que “recebe” o Sacramento. É ele, de facto, que tem de ter parte activa na celebração. Por isso se lhe pedem atitudes claras como é a fé, a liberdade, a sinceridade.
 
Todo o baptizado goza do direito fundamental de receber os sacramentos da Igreja, de ser alimentado com a Palavra de Deus e de ser apoiado com outras ajudas espirituais da Igreja (Cf. Catecismo Igreja Católica, 1269). Mas, previamente a isso, é necessário perceber o que significa e que implicações produz o Baptismo na vida de quem o celebra.
 
Questões para reflexão:
 
1.      A tradição da Igreja, longa de séculos, diz-nos que a fé cristã dá ao homem uma medida que não vem do próprio homem mas que lhe vem de Deus (“A medida do amor é não ter medida” S. Bernardo). Mais, a fé cristã diz que só assim é possível não limitar, à partida, o homem na sua vocação e missão. Que relação tem este sentido da fé cristã com os Sacramentos e a sua Celebração quanto a motivações, experiências, disponibilidade para o crescimento, celebração comunitária, consequências na vida quotidiana daquilo que se celebra?
2.      Qual a importância dos Sacramentos na vida dos Cristãos de hoje? E, no contexto da vida actual, com seus problemas e desafios, como estruturar uma Catequese que prepare para os Sacramentos?
3.      A que obrigaria e obrigará uma preparação cabal para a celebração de cada um dos Sacramentos? Que espaço dão as nossas Comunidades (nos seus Cristãos e nos seus pastores) à preparação dos Sacramentos?
4.      Elabore um conjunto de propostas sobre formas de valorização de cada Sacramento em termos catequéticos e de celebração litúrgica.

 

 

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